
Queridos amigos,
Agradeço muito o carinho de todos, que mesmo com o bloguinho completamente abandonado desde o final de fevereiro deste ano (dois meses!), ainda vêm me visistar e deixam seus recadinhos.
Infelizmente estou vivendo uma fase meio difícil de minha vida. Fechei meu escritório de advocacia no dia 30 de março de 2005, e isso me abalou profundamente... não por estar sem trabalho, emprego ou dinheiro (qto a isso estou sossegada), mas por ter que abrir mão de um sonho que estava se concretizando e se tornando realidade por eu não conseguir ter uma convivência pacífica e amigável com minha sócia. Como estava ficando doente, minha escolha foi fechar as portas da minha sala, que funcionava na 24 de Maio (centro de SP), e hoje estou trabalhando aqui em casa. Até qdo?! Não sei. Continuarei a bancar o escritório sozinha? Espero que sim. Procuro emprego? Desisti, pois ng quer pagar um salário digno para uma advogada com 2 Pós Graduações. Mudaria de profissão? Somente se for para algo relacionado à Meio Ambiente ou 3º Setor, ao contrário, prefiro ficar em casa dormindo.
Como vêem, pásso por uma crise profissional meio pesada, e isso desmotivou-me completamente de muita coisa. Dói ter feito uma faculdade, ter o título de Dra. e, ao procurar emprego, me oferecerem R$ 500,00 de salário, ou até nada... isto é, ganha-se porcentagem de processos, nada fixo. Desta forma eu teria que me submeter a uma vida s/ qq tipo de planejamento, ou até nada esperar do meu futuro... o que eu faço com este dinheiro?! Não dá nem para começar... 
Como nada vem sozinho, estou em crise com meu namorado. É duro assumir isso, mas não estamos legal... e não por culpa nossa, mas de nossas famílias que ficam se intrometendo em tudo. Eu sei lidar com o meu pessoal, mas ele é um fantochinho da família dele... e isso não mudará, tenho consciência disso! Ele sempre será assim, os caras sempre abusarão dele, e se ficarmos juntos terei que carregar uma trempa nas minhas costas, em tds os sentidos possíveis e imagináveis. A escolha é minha: ficar com ele e aturar td isso, ou deixar meu amor, que sempre me tratou como uma rainha, por eu não aceitar viver em função de uma família que não é a minha, explorando-me em muitos sentidos. Difícil a decisão, né?!
E para ajudar as coisas não estão bem aqui em casa. Com estes probleminhas na minha cabeça, acabo ficando muito triste, irritada, e como Escorpiana, tenho nestas horas o pavio muito curto e não aceito provocações gratuitas... e a convivência piora a cada dia com meus pais.... 
- Postado por: Íris às 03h22
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* Continuação...

Tb estou meio doentinha, mas não é nada grave. Estou com um dodoizinho na minha alma (é minha maneira carinhosa de me referir à depressão, um mal que já sofri de forma aguda em 2000, mas que não quero voltar a viver novamente...) É complicado, triste, confuso, e tento reagir da melhor maneira possível, não cometendo os mesmos erros do passado e tentando agir de forma diferente, criando forças não sei de onde para passar por cima de tudo isso... Não vou chegar novamente ao fundo do poço, mas se eu pudesse definir o que estou sentindo hj, eu diria:
* triste e quebrada por dentro, pois sinto que perderei meu amor... um grande e verdadeiro amor... e não é por ele ou por nós, mas por influência dos outros. E isso me revolta.
* desmotivada com o trabalho, pois gostaria de ganhar pelo menos para me sustentar e hj nem isso consigo. Se não tivesse meus pais, viveria num estado de pobreza, pois não tenho grana suficiente para pagar contas, comer, manter uma casa...
* revoltada com o sistema do Judiciário, que está afundando com a profissão do bom e honesto Advogado e abrindo portas para os picaretas e bandidos. Obrigada, Brasil! Abortaram meu sonho, simplesmente pq sou honesta e não corrompível! Acabaram com não só a minha, mas com a carreira de tantos outros pq trabalham de forma digna, não se prestando a atos sujos... e ainda, por dificultar o andamento dos processos, que se arrastam por no mínimo 2 anos até terem uma solução definitiva. Mais uma vez, palmas ao sistema capitalista que desmorona com os sonhos da classe média...
Agora digam-me: com td isso vcs teriam vontade de sentar neste computador e blogar? Ou ainda visitar outros Blogs? Se repararem, eu não tenho ido em nenhum blog desde que parei de escrever no meu... nem da minha amiga Claudia, que é minha melhor amiga desde os 11 anos de idade, tenho visitado...! Por favor, perdoem-me minha sinceridade, mas eu não sei qdo voltarei a visitar tds vcs, e nem qdo voltarei a postar aqui. Pode ser hj mesmo, amanhã, semana que vem, daqui quinze dias, um mês ou nunca mais...
Estou cansada, triste, desmotivada e muito confusa. Abri mão do meu escritório, que era meu sonho profissional quase realizado, não pq ele faliu ou não deu certo, mas por causa de péssimo relacionamento pessoal com minha ex-sócia; estou prestes a abrir mão de um grande amor tb por causa de 3ºs... resumindo... eu queria me mudar para um lugar bem longe, onde família nenhuma fosse dar palpite em minha vida... ou que tds que me amolam sumissem do mapa sem deixar rastro... pode parecer revoltante e até cruel, mas este é o desejo de minha alma hj. Perco as coisas que mais amo no mundo por causa dos outros... enfim, é uma situação muito, mas muito difícil para mim.
Se alguém aqui assiste malhação, vai entender o que estou falando: a personagem da Jack, que é uma adolescente grávida, tem uma coluna num site e escreveu uma matéria sobre quartinho do bebê p/ um público que sequer tem interesse nisso. P/ ela o tema era bacana pq ela estava vivendo este momento, mas os outros não... E o que eu quero dizer com isso é o seguinte: o meu momento não é legal, e se eu postar algo aqui será provavelmente sobre o que estou vivendo, e não quero compartilhar esta tristeza c/ ng. Não é justo transformar este cantinho tão bonitinho e caprichado num muro de lamentações... 
Por isso ficarei afastada daqui até qdo eu achar que é o momento de voltar. Não sei qdo será ou se eu não deletarei este Blog, mas qdo eu voltar, quero pelo menos estar com vontade de postar coisas bacanas aqui... encher de figuras, poemas, charges ou artigos que não tem nenhuma conexão com a realidade só mostrariam a minha total futilidade... e isso eu não quero, de forma alguma.
Por isso eu me despeço de tds com um até logo... qdo tiver exorcizado tds os meus demônios pessoais, eu voltarei. Não se sintam obrigados a virem aqui e deixar recados, e por favor, não me cobrem para voltar... nunca faço nada que realmente não tenho vontade, e principalmente, não gosto de ser cobrada ou pressionada a tomar uma atitude sobre algo.
Beijinhos a tds e que Jesus os abençõe sempre.

- Postado por: Íris às 03h02
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- Postado por: Íris às 14h51
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- Postado por: Íris às 12h53
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Saiba como espantar e evitar que o mau humor
seja um problema constante

Por Katia Cristina Horpaczky
Quem nunca teve um dia ruim, que levantou com o pé esquerdo, aqueles dias que a gente fala que nem deveria ter saído da cama? Ou ficou mau-humorado no trânsito caótico, da cara fechada do chefe, ou até mesmo com a conta bancária?
Situações como essas são comuns no nosso dia-a-dia e não deveriam criar grandes preocupações, pois geralmente passam e são resolvidas de uma maneira mais rápida, como um acontecimento corriqueiro, e depois de um cafezinho, de dar uma volta, uma respirada a cabeça "esfria".
O mau-humor passa a ser um problema quando se torna constante, quando compromete, de uma forma significativa o modo de vida das pessoas. Nesse caso, o estado alterado de humor caracteriza uma doença pouco conhecida e pouco divulgada, conhecida como "distimia". Trata-se de uma depressão crônica, com sintomas de intensidade leve a moderada, que pode ter início na infância, adolescência ou na fase adulta. De acordo com estudos, a doença é causada pela associação de fatores biológicos, ambientais e emocionais.
Muitas situações predispõem ao surgimento da distimia, como, por exemplo, um estilo de vida solitário, viver em ambientes austeros e de alta competitividade, a falta de diálogo, problemas de relacionamentos, crises em casa ou no trabalho, descontentamento e frustrações e também a exigência constante de perfeição.
Como o mau-humor não é levado a sério, poucas pessoas procuram ajuda especializada. A resistência pode ter origem no desconhecimento e na falta de informação de que é um problema e que tem tratamento.
Descobrir o porquê do desequilíbrio entre o bom e o mau-humor, da agressividade e instabilidade freqüentes é o melhor caminho para resolver e ter uma melhor qualidade de vida.
Perfil do mau-humorado: - humor deprimido durante grande parte do dia - aumento ou a diminuição do apetite - insônia o excesso de sono - auto-estima baixa - indecisão - pessimismo - irritabilidade freqüente - falta de esperança - diminuição da produtividade e do desempenho - sentimentos de não aceitação de si-mesmo e do outro, acompanhados por sentimentos de culpa.
Algumas sugestões de relaxamentos que podem ajudar a atenuar e até mesmo espantar o mau-humor:
- um banho quente no final do dia - um escalda-pés, com massagem nos pés - tomar sol, captando assim a energia solar, mas sempre no horário da manhã - praticar algum tipo de meditação como yoga, ou tai chi chuan que ajudam a equilibrar a energia - praticar um esporte, principalmente os de grupo, ativando assim a sociabilidade.
E, principalmente, fazer uma auto-avaliação e pedir ajuda especializada, de um psicólogo, se achar necessário.
Katia Cristina Horpaczky é psicóloga clínica E-mail: vivacomqualidade@hotmail.com Tel: 11 5573-6979
- Postado por: Íris às 12h46
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Desabafo
Pessoas: este é o e-mail que encaminhei ontem a tds as listas de defesa animal, ONGs e instituições que mantinha contato. Eu surtei... cansei, não aguento mais ver este povo pedindo ajuda, e qdo oferecemos, nos tratam como verdadeiros mentecaptos. Só lembram de vc para fazer trabalhos idiotas... tipo fazer volume em passeata, ou até pedir dinheiro.
De todos que citei no e-mail abaixo, apenas um ainda não se manifestou. Todos reconheceram o seu erro e se lembraram do que fizeram. Quem sabe se, com este chacoalhão, eles não dão mais atenção àqueles que querem realmente ajudar a termos um mundo melhor...
- Postado por: Íris às 16h17
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Prezados colegas e protetores,
Estou entrando em modo Web em todas as listas de proteção animal nos quais eu participo, pois iniciei minha Pós Graduação em Tecnologias Ambientais na Fatec-SP e não tenho mais tempo hábil para ler todas as mensagens enviadas diariamente. Por este motivo, se alguém precisar de meu auxílio como advogada ou somente que repasse alguns e-mails especiais, conte comigo e fiquem à vontade em incluir-me em vossa listagem e encaminhar as mensagens em pvt.
Aproveito este e-mail para desabafar a respeito da causa de proteção animal. Há exatamente 1 ano e 2 meses, após ter concluído o curso de Direito Ambiental da Escola Superior de Advocacia da OAB-SP, e estando com bastante tempo disponível, entrei em contato com diversas ONGs e instituições a fim de oferecer meus serviços voluntários na luta de defesa animal. Gostaria de agradecer a todas estas instituições pela atenção destinada ao voluntariado! Neste período 2 ONGs entraram em contato comigo, sendo que me inscrevi em dezenas delas, e tive o seguinte retorno:
* a primeira ficou com meu cadastro, e disse que quando necessitasse, entraria em contato;
* a segunda foi mais além: cadastrou-me, criou um projeto a ser desenvolvido por diversos profissionais e convidou-me a participar. No dia da reunião eu estava com amigdalite e febre, com total rouquidão, e não pude comparecer a reunião, justificando a ausência a uma das coordenadoras. Antes disso já havia entrado em contato com a coordenadora geral do projeto, entregando-lhe material de pesquisa e feito diversas ligações à um órgão governamental de Goiânia. O que eu recebi em troca? Nunca mais me chamaram para nada, não tenho idéia se o projeto continuou ou não, e nem o básico "muito obrigada pela sua colaboração". O último contato que tive com esta coordenadora foi num dia em que, ao repassar um e-mail sobre adoção de animais, sem querer repassei a ela no seu endereço da ONG, algo que ela já havia solicitado para não fazer, mas que infelizmente, por minha distração, ocorreu; recebi um e-mail malcriado de sua autoria, e nunca mais esta pessoa entrou em contato comigo.
* numa outra situação disseram-me que para fazer parte da ONG eu necessitava ter um projeto pioneiro a ser desenvolvido, e me ofereci a fazer algo que até então, apesar de estar em voga, não havia sido proposto por ng da ONG. Enviei o esqueleto do projeto, fiz pesquisas por minha conta, e aguardo até hj a reunião a ser marcada para discutir, juntamente com a diretoria da citada ONG, sobre o que seria tratado, pesquisado, atuado. Sem me esquecer que depois de algum tempo este projeto foi tema de campanha desta ONG, sem que eu fosse sequer chamada para participar.
Outros casos que tenho a relatar sobre o trabalho voluntário em ONGs e instituições: conheço uma pessoa que sempre que me encontra reclama que seu trabalho administrativo na ONG é muito grande, que está sobrecarregada etc e tal. Eu me ofereci, por diversas vezes a auxiliá-la, ela aceitou, mas nunca apareceu para repartirmos o serviço.
Numa outra oportunidade uma instituição solicitou que um advogado, dentre seus cadastrados, se disponibilizasse a redigir e distribuir uma ação numa cidade do interior de SP. No ato respondi o e-mail, dizendo-lhes que eu poderia redigí-la, contudo não tinha disponibiliade para ir até esta cidade, tendo em vista que não poderia deixar meu escritório sozinho. No dia seguinte recebi o e-mail de uma advogada conhecida e atuante da causa animal, que falou de forma sutil que esta ação deveria ser proposta, distribuída e acompanhada por alguém experiente na área de direito animal, não por iniciantes. Eu me senti uma titica...! No fim, a ação foi proposta por um tb conhecido advogado da causa animal, e eu me questiono: se necessitavam de alguém com experiência, por que a presidente da instituição entrou em contato com todos os advogados de sua listagem?
- Postado por: Íris às 16h10
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E por último, também queria agradecer a todas as instituições, ONGs, políticos, jornalistas e demais profissionais que me auxiliaram no caso dos carroceiros: era uma situação de emergência, onde um cavalo já havia morrido, o outro estava aparentemente machucado e em estado de desnutrição, e além do procedimento normal de denúncia no CCZ, encaminhei o e-mail a dezenas de endereços que poderiam, de alguma forma, me auxiliar. O saldo foi: de todas as pessoas jurídicas, ninguém entrou em contato ou sequer se interessou pela causa. Nenhum político me procurou. Menos de uma dezena de pessoas me escreveu me dando apoio moral (obrigada!), algumas me recriminaram, outras pediram para deixar de lado, outras defenderam o CCZ. A única pessoa que se propôs a fazer alguma coisa concreta referente ao caso foi minha amiga Dra. Renata F. Martins, que apenas conheço virtualmente, mas que considero uma das mais atuantes advogadas ambientalistas de São Paulo, uma verdadeira guerreira e protetora dos animais.
Com este saldo, venho a perguntar a todos: será que as ONGs são auto-suficientes, ou não precisam de voluntários? Por que sempre as mesmas pessoas mostram suas carinhas na mídia? Por que não repartir os trabalhos, para que todos possam agir em favor dos animais? Por que tanto orgulho próprio, tanta vaidade?
Assim, quem quiser entrar em contato comigo neste ano que estarei afastada das listas (só irei encaminhar msgs, não as lerei), por favor envie sua mensagem para iris.zattoni@globo.com
Fiquem todos com Deus. A luta continua, apesar dos pesares.
Abs,
Íris Cristina Thomaz Zattoni
OAB-SP: 185-774
PS: Não dei nome às instituições e às pessoas pq não quero prejudicar ng. Não adianta nem me perguntar quem foram, pois não falarei... quem fez, sabe. O importante é se conscientizar e não errar mais, para fazermos, JUNTOS, um mundo melhor.
"Então Jesus disse: segue teu caminho e não maltrate os animais, para que tu, por tua vez, encontre um dia a misericórdia."
"Porque os anjos têm asas como as aves. Porque os homens têm pêlos como os bichos. E todos nós temos alma como Deus!" (São Francisco de Assis)
"Enquanto estivermos matando e torturando animais, vamos continuar a torturar e a matar seres humanos - vamos ter guerra. Matar precisa ser ensaiado e aprendido em pequena escala; enquanto prendermos animais em gaiolas, teremos prisões, porque prender precisa ser aprendido em pequena escala; enquanto escravizarmos os animais, teremos escravos humanos, porque escravizar precisa ser aprendido em pequena escala." - Edgar Kupfer-Koberwitz
- Postado por: Íris às 16h06
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- Postado por: Íris às 13h19
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- Postado por: Íris às 12h29
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Postei a notícia abaixo justamente para que todos os visitantes deste cantinho possam repensar os conceitos e dogmas envolvendo religiões, em especial a católica, que hoje será a bola da vez".
Os que me conhecem pessoalmente sabem do verdadeiro ranso que sinto pela instituição católica, seus padres e freiras, mas respeito muito os que seguem seus preceitos. O engraçado nisto tudo é a crítica que os seguidores do Vaticano fazem às diversas outras crenças e opiniões, contudo quando chegam a sua vez de darem o exemplo, comentem este tipo de arbitrariedade.
Eu fui batizada e fiz e primeira comunhão na Igreja Católica, por imposição de minha família. Meu namorado foi batizado, porém não fez primeira comunhão pois sua família se converteu e até hoje frequenta a Congregação Cristã do Brasil. Ocorre que nas igrejas cristãs (ou evangélicas, ou protestantes, ou crentes, como a maioria diz), não tem esta papagaiada de decorar orações, fazer comunhão, crisma, pós crisma e o escambau, o que logicamente é um mero protocolo a ser cumprido pelos católicos... E como estamos pensando em nos casar, ele terá que fazer primeira comunhão agora, no alto de seus trinta e cinco anos... terá que decorar um punhado de orações, fazer provinha, sem contar o "curso de noivos" (que sacal!!! Como se isso fosse imprescindível e fosse mudar nossas vidas...!). Por estas e outras que estou pensando em casar numa igreja protestante, como a Metodista, que realiza os casamentos dentro da própria Igreja, já que a que eu frequento (Renascer em Cristo), não faz.
Mas será que se eu fosse uma modelete e meu namorado um jogador de futebol mundialmente famoso, e pudéssemos fretar um avião para levar o padreco até a França para dar sua benção em nosso casamento, as coisas não seriam diferentes?! Ou seja, na realidade o que manda na Igreja católica é o dinheiro e o prestígio que os noivos têm, não o que são ou deixam de ser... Sem contar que Ronaldinho já se casou uma vez, então ele não poderá nunca mais, ou melhor, não poderia nunca mais se casar na Igreja Católica... e lá estava o eminente sacerdote lhe prestando suas bençãos...
Não é uma revolta, mas uma sensação enorme de descrença que me assola neste momento. Eu e o Paulo, casal de pobres mortais, se quisermos nos casar na Igreja Católica teremos que nos submeter a um monte de coisas, além de pagar uma generosa taxinha na igreja... já se fossemos celebridades, era só aparecer lá que estava td certo: mesmo não sendo católicos, sendo separados, com filhos ou qq outro empecilho que a Igreja Católica coloca para um casal ser feliz e receber as bençãos de Deus (como se Ele estivesse muito preocupado com estes pormenores...!), teríamos nosso personal padre para fazer nosso casório, para nos dizer que seríamos "felizes para sempres"...
Será que Deus realmente quer isso para Seus filhos? Será que Ele não está mais preocupado com nossa felicidade junto com os parceiros que escolhemos, do que meros estigmas criados pelo homem? E por fim: esta discriminação entre famosos e ricos e o restante das pessoas realmente O agrada?! Pensem nisso... 
- Postado por: Íris às 11h38
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Igreja questiona padre que "casou" Ronaldo
ELVIRA LOBATO da Folha de S.Paulo, no Rio
O casamento do jogador de futebol Ronaldo e Daniella Cicarelli está causando polêmica dentro da Igreja Católica.
O padre Antonio Maria Borges foi questionado por ter participado da festa, no Castelo Chantilly (França), e abençoado a união do casal em uma cerimônia que não é reconhecida pela igreja.
"Está havendo alguma cobrança. A diocese [de São Paulo] questionou. Muita gente não entendeu, mas começamos os procedimentos para esclarecer os fatos", afirmou o superior de Antonio Maria Borges no Instituto Secular Padres de Shöenstatt, de São Paulo, padre Antonio Bracht.
Ele disse à Folha, por telefone, que pediu um encontro com o bispo auxiliar de São Paulo dom José Benedito Simão, ao qual está diretamente subordinado, para esclarecer a participação de Antonio Maria no casamento. Até sábado pela manhã, a reunião não havia sido marcada.
Ronaldo ainda não se divorciou da ex-mulher, Milene. Enquanto isso não acontecer, ele está impedido de se casar oficialmente com Cicarelli no civil ou no religioso.
Parte da igreja entende que o padre não poderia ter abençoado a união. Bracht disse que autorizou o padre Antonio Maria a fazer a viagem para a França.
"Foi só uma bênção, ele não fez mais do que isso. Ronaldo estará divorciado em junho e poderá se casar no civil e no religioso", disse. Ele afirmou que pediu encontro com dom Simão porque o padre sofre críticas apenas com base em informações publicadas pela imprensa.
Impedimento
Na última sexta-feira, a Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro divulgou nota em que diz que "a celebração válida do matrimônio e a bênção nupcial só podem ocorrer após constar a inexistência de impedimentos de partes e com delegação do sacerdote dada pela autoridade eclesiástica do local da celebração."
A nota, assinada pelo padre Hélio Pacheco Filho, chanceler da Arquidiocese do Rio, diz que a Cúria apurou que o padre Antonio Maria esteve presente à festa, mas não conseguiu esclarecer como, efetivamente, se deu participação dele.
A cúria disse ter divulgado a nota para esclarecer que o padre Antonio Maria está sob a responsabilidade do superior do Instituto Secular Padres de Schöenstatt e da Arquidiocese de São Paulo.
Antonio Maria ficou nacionalmente conhecido por sua amizade com o cantor Roberto Carlos. A Folha tentou localizá-lo no fim de semana, sem sucesso.
- Postado por: Íris às 11h23
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A Condição Humana
Pr. Estevam Fernandes
Algumas pessoas são muito rigorosas consigo mesmas, e com aqueles que vivem ao seu redor. Cobram-se, além do necessário; exigem dos outros uma perfeição impossível. Vivem no curto espaço entre a culpa e a tolerância.
A melhor maneira de entendermos as pessoas à nossa volta, e também as circunstâncias que nos rodeiam, é procurarmos aceitar a nossa própria humanidade.
Somos humanos, portanto, limitados. E, não somente limitados, frágeis também. Vulneráveis. Muitas vezes, persistentes e inseguros ao mesmo tempo. Nossas contradições e lutas internas são o reflexo de nossa humanidade.
Quantas vezes queremos perdão e não sabemos perdoar. Precisamos de amigos, e nos trancamos em nós mesmos. De braços fechados, sonhamos com um grande abraço. Nos fechamos em nosso mundo e esperamos que as janelas se abram para nós. Isolamo-nos e queremos que os outros nos abram espaços. E o pior, com o coração endurecido, reclamamos amor e atenção.Tudo porque somos humanos.
Nossa fé vai sendo construída entre a confiança e a dúvida cruel. Nossos passos vão se firmando entre saudáveis caminhadas e doloridas quedas. A dor e a alegria, o medo e a esperança, os sonhos e os pesadelos, a segurança e a hesitação, são partes integrantes de nossas experiências de vida; do nosso cotidiano.
Em algumas situações, olhamo-nos no espelho e dizemos para nós mesmos: Vou vencer, vou conseguir! E, no outro dia, temos medo de ir à luta; ficamos prostrados e fugimos outra vez. Tudo isso, porque somos humanos.
Nossa humanidade é a consciência de nossos limites e, ao mesmo tempo, desafio de superação. É esperança que se refaz a cada dia; é também, a frustração por cada dia que não volta. É saúde e enfermidade, num mesmo corpo; Paz e ansiedade, num mesmo espírito.
É exatamente assim, como somos, que precisamos continuar na estrada da vida, superando obstáculos, perseguindo ideais, alimentando sonhos, redesenhando a vida, caminhando sempre, e sempre mais, entre os sonhos e as frustrações.
Como não nos bastamos a nós mesmos, precisamos de uma força que não é humana, mas que está ao nosso dispor. É a graça de Deus! Esta força, quando derramada sobre nós, revela-nos uma verdade: é como humanos que vamos vencer. É por causa da nossa humanidade que Deus nos ajuda e interage conosco.
Se nossa humanidade é o nosso limite, certamente não é o nosso fim. É exatamente porque somos humanos, que Deus nos ama tanto. Esta nossa condição é, pois, nossa maior riqueza. Quanto mais humanos, tanto mais perto de Deus. “O poder de Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza” – é o que nos diz as Sagradas Escrituras. O limite do homem é a oportunidade de Deus. Ele nos entende e nos alcança na nossa finitude.
- Postado por: Íris às 11h43
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"O Cachorro"
Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espantá-lo foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu: "Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor"... Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal. O cachorro desceu a rua quando chegou ao cruzamento, deixou a embalagem no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então ele voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela, e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando um cara enorme abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até o homem e o impediu dizendo:
"Por Deus do céu homem, o que você está fazendo? O seu cachorro é um gênio!"
O homem respondeu:
"Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este cachorro estúpido ESQUECE a chave!!!"
Moral da História:
"Você pode continuar excedendo as expectativas, mas para os olhos de algumas pessoas, você estará sempre abaixo do esperado..."
- Postado por: Íris às 11h24
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Boa tarde, pessoas!
Ontem eu não estava muito legal, por isso deixei de postar mensagens longas. A plaquinha que postei foi um desabafo... Agradeço as manifestações de carinho e apoio que recebi; como é bom ser querida! Mas fiquem tranquilos: não estou com um problema específico, sem solução: apenas fiquei muito magoada com palavras que me foram ditas. Uma amiga minha da faculdade dizia sempre uma frase, e ela tinha razão: "infelizmente cada um dá o que tem". E é muito triste concluírmos que algumas pessoas não tem nada para dar, ou pior, só possuem maledicência para nos ofercer.
Mas a vida continua. Temos que saber dar a volta por cima, qdo estas coisas acontecem. Minha evolução é talvez ainda muito pequenina, pois não consigo superar rápido este tipo de coisa. Choro muito, fico abatida, perco o sono... embora o fato tenha ocorrido no domingo à tarde, somente hj estou melhor. Mas tudo bem... vamos rápido que a fila continua a andar!!! 
Ontem começaram as aulas na Pós. Muuuuuuito legal! A cada curso que faço, cada matéria, cada artigo que leio, convenço-me que a área Ambiental é minha verdadeira paixão, e o assunto que eu quero trabalhar full time. Espero que consiga atingir meus objetivos profissionais.
Hoje aqui no escritório as coisas ainda continuam paradonas, devido ao Carnaval. Apesar de estarmos com $ em caixa, não temos trabalho físico. Isso às vezes me desestimula... tipo... o que estou fazendo aqui se não tenho nada para fazer?! E me dá tanto sono ficar à toa... Espero que amanhã eu tenha mais coisas para fazer, senão vou trazer um colchãozinho aqui para tirar um ronco... *hehehe!
Ótimo final de terça-feira para todos!!!
- Postado por: Íris às 12h48
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